segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Cursos técnicos terão que ensinar segurança no trabalho



Com o objetivo de estimular a prevenção de acidentes na busca por um trabalho seguro, temas como legislação trabalhista e segurança no trabalho deverão fazer parte dos currículos de cursos de formação profissional técnica e de educação ambiental do país. A inclusão, solicitada pelo Tribunal Superior do Trabalho e pelo Conselho Superior da Justiça do Trabalho, foi atendida pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) que compreendeu medidas voltadas à prevenção de acidentes no ambiente de trabalho em duas Resoluções que definem diretrizes curriculares nacionais.

Com a regulamentação da Resolução 6/2012, por exemplo, os currículos dos cursos de educação profissional técnica de ensino médio devem proporcionar aos estudantes fundamentos de empreendedorismo, cooperativismo, tecnologia da informação, legislação trabalhista, ética profissional, segurança do trabalho, entre outros.

Já na área de Educação Ambiental, a Resolução 2/2012 estipula que as instituições de ensino devem contribuir para a valorização dos conhecimentos referentes à saúde ambiental, inclusive no meio ambiente de trabalho, com ênfase na promoção da saúde para melhoria da qualidade de vida.

Em novembro de 2011, o presidente do TST, ministro João Orestes Dalazen, encaminhou ofício ao CNE solicitando a possibilidade da regulamentação para que questões de segurança, higiene e meio ambiente de trabalho fossem incluídas em todos os níveis de ensino e de treinamento, inclusive naqueles do ensino superior técnico, médico e profissional, com o objetivo de satisfazer as necessidades de treinamento de todos os trabalhadores.

A iniciativa foi tomada após a celebração do Protocolo de Cooperação Técnica entre o Tribunal Superior do Trabalho e Conselho Superior da Justiça do Trabalho com os Ministérios da Saúde, do Trabalho e Emprego, da Previdência Social e com a Advocacia Geral da União. O objetivo é unir esforços para a implementação de medidas e ações voltadas à prevenção de acidentes de trabalho e ao fortalecimento da Política Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho. Com informações da Assessoria de Imprensa do TST.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Prevenindo a violência escolar

O jogo é uma maneira eficiente de expressar tanto sentimentos positivos como negativos, uma vez que permite um equilíbrio emocional. Portanto, é comum observar, por meio dessas atividades, situações de violência que as crianças ou adolescentes tenham vivido ou visto no convívio familiar, na televisão, etc.



Essa é uma das razões pelas quais a escola costuma ser o lugar onde as agressões aparecem. Embora uma criança não bata por mal e o faça, muitas vezes, sem intenção, é importante prevenir este comportamento. Desta forma, o jovem não crescerá achando que a agressão é normal e não agirá dessa maneira intencionalmente.

A violência na escola é algo complexo, pois espelha uma grande amplitude de causas às vezes difíceis de individualizar. Mesmo assim, é importante criar um mapa de prevenção para este problema.

O primeiro ato de violência (não o segundo, nem o terceiro) indica a necessidade de uma reunião imediata de toda a comunidade educativa para discutir/reunir critérios para propor estratégias e soluções. O principal, como já dito, é a prevenção. Para isso, é necessário criar um plano de ação para os alunos, desde o jardim de infância até o ensino fundamental.

Para prevenir a violência escolar é necessário:

1- Agir em conjunto
2- Respeitar o direito de todos
3- Possibilitar diferentes espaços de expressão
4- Lutar contra qualquer tipo de discriminação (seja ela por cor de pele, religião, etc).
5- Agir respeitosamente

Além disso, o docente deve ser exemplo para todos os alunos. É importante que eles saibam contê-los em caso de brigas, assim como é necessário que eles sejam capazes de transmitir ideais e valores.

Nos recreios, ou intervalos, as crianças devem perceber que estão sendo vigiadas e o professor deve intervir imediatamente no começo de uma ação agressiva de um companheiro contra outro.

Portanto, para evitar a violência na escola deve-se trabalhar conjuntamente e criar entre todos - os adultos e crianças - um ambiente são, no qual prevaleça o respeito, o afeto e a liberdade de expressão.
  

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Dicas rápidas de defesa pessoal


Com o aumento diário da violência e de novas formas de abordagem a vitimas, conhecer algumas técnicas de defesa pessoal pode ser o diferencial para se evitar um assalto ou problema do gênero. Confira algumas dicas: 


- Os ladrões, na rua, antes de agir, escolhem instintivamente as suas vitimas, pessoas que lhes pareçam alvo-fácil. Portanto, mude a sua postura, caminhe confiante e de queixo erguido, mostre que tem segurança em si mesmo e nunca exiba sinais de riqueza (jóias, relógios, carteira...). 

- Muitas vezes eles tentam usar a distração contra a vítima. Se você notar que dois indivíduos vem em sua direção, um deles chega ao seu lado e o outro lhe pergunta alguma coisa, como horas ou determinado caminho para chegar a algum lugar, isso é uma distração. Pode ser que não seja uma situação de perigo, mas fique sempre atento.

- Nunca olhe a pessoa nos olhos, porque assim você perde o campo de visão dos membros dessa pessoa. Olhe para o peito da pessoa, assim você terá um ângulo de visão maior, podendo ver se ela mexe os braços ou pernas numa postura de ataque.

-Caso esteja em duas ou mais pessoas, nunca dê as costas para nenhuma delas. Fique sempre distante e vendo os indivíduos ao mesmo tempo, assim evitará um ataque ou ação pelas costas.

- Geralmente as pessoas caminham com as duas mãos no bolso, sendo raro ter uma só mão no bolso. Se você ver uma pessoa vindo em sua direção com uma mão de fora e outra no bolso, ela poderá estar escondendo algo, portante, fique atento e tente manter distância, entrando em algum estabelecimento comercial ou chamando um policial. 

- Se você estiver em uma cidade que não conhece bem, nunca caminhe por lugares sem iluminação ou suspeitos. Tente encontrar um policial para lhe informar o melhor caminho para chegar ao seu destino. 

- No seu bairro, evite seguir sempre pelo mesmo caminho, pois isso se caracteriza como uma rotina, facilitando a ação de bandidos que possam estar lhe monitorando. Altere os caminhos e os horários de chegada em casa.

- Nunca carregue todo o seu dinheiro na carteira, apenas o necessário para suas atividades na rua. Caso seja necessário sair com uma quantidade razoável de dinheiro pela rua, distribua pelo seu corpo (um pouco no bolso da calça, um pouco no bolso da camisa, uma outra quantidade na meia), assim, caso acontecer algo, os bandidos levarão apenas uma pequena parte do seu dinheiro.

- Se usar mochila, use-a virada para a frente, assim evitará que alguém abra sua mochila e leve alguma coisa sem você perceber. 

- Não use carteira no bolso de trás das calças, mas no bolso do lado. Se for confrontado fisicamente, não resista caso note que o adversário tenha mais força ou esteja armado. 

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Os cinco golpes virtuais mais comuns do Natal

Na temporada de Festas, multiplicam-se golpes disfarçados de promoção e mensagens natalinas. Saiba quais as ações mais comuns e como escapar delas.

Sorteios de produtos caros


Durante as Festas, os criminosos virtuais costumam divulgar sorteios falsos com o intuito de adquirir os dados pessoais e bancários dos desavisados. Esses golpes chegam geralmente via e-mail ou redes sociais e sempre oferecem links que apotam para sites maliciosos, cujo objetivo é disseminar vírus ou simplesmente furtar as informações. A regra número um é: nunca clique em links suspeitos. São considerados seguros os endereços sabidamente idôneos e aqueles que foram repassados a você por pessoas de sua inteira confiança.

Promoções falsas


Aproveitando-se do ímpeto do consumidor na temporada de compras de Natal, os criminosos costumam desenvolver sites com promoções muito atraentes... boas demais para serem verdadeiras. Lembre-se de que nenhuma empresa vai fazer uma promoção de iPads com desconto de 50% durante o período que antecede o Natal. Por isso, é preciso conter o impulso de ceder à promoção suspeita. O objetivo dessas fraudes é coletar dados como nomes, telefones e números de cartões de crédito e CPF dos usuários.

Recadastro em lojas virtuais


O golpe do recadastro geralmente chega através de um e-mail, que pede a atualização dos dados do cliente. Essas mensagens são atribuídas a companhias renomadas do comércio eletrônico e sempre pedem informações como nome, CPF, endereço completo e telefone. As mais ousadas chegam a incluir campos como conta bancária, senha de banco e até número de cartão de crédito. Se você precisa alterar os seus dados em algum site, visite-o diretamente.

Cobrança indevida


Os e-mails de cobrança indevida são criados para assustar as pessoas e forçá-las a tomar uma decisão rápida. E errada. As mensagens geralmente indicam um débito contraído a partir de uma compra on-line de alto valor, que, na verdade, nunca foi realizada. Na pressa de se ver livre da cobrança, a vítima acaba clicando em links perigosos e digitando suas informações em sites falsos.

Cartões animados virtuais


Os cartões virtuais falsos são uma ameaça clássica do Natal. Nos primórdios da internet, eles encantaram os usuários de então, oferecendo pequenas animações. Hoje, contudo, estão mais perto das ameaças. Isso porque os arquivos que prometem carregar imagens e mensagens natalinas muitas vezes levam o usuário a sites contaminados com diversas pragas virtuais.

Fonte: Veja

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Internautas 'maduros' são mais vulneráveis ao cibercrime, diz AVG



Adultos entre 46 e 64 anos não têm conhecimentos básicos sobre segurança online e se tornam mais vulneráveis à ação de cibercriminosos. Essa foi a conclusão da nova pesquisa realizada pela AVG Technologies, fabricante de softwares de segurança para computadores, que apresentou dados preocupantes quanto ao comportamento dos adultos na internet.

O estudo revelou que mais de 60% das pessoas dessa faixa etária, conhecidas como "Baby Boomers", utilizam vários cartões de crédito para transações online, incluindo cartões com altos limites. "O ideal é utilizar cartões com baixo limite, para minimizar problemas em caso de roubo dos dados do seu cartão", explica Mariano Sumrell, diretor de Marketing da AVG.

Para identificar rapidamente eventuais fraudes no cartão, a recomendação é acessar sempre sua conta bancária. Mariano ainda reforça que "Apenas 35% das pessoas disseram consultar suas informações bancárias mais de uma vez por semana, o que pode facilitar a vida de golpistas".

Segundo a pesquisa, essas transações são feitas por diversas ferramentas: 61% utilizam laptops, 30% optam pelos smartphones e 20% preferem os tablets. "Isso expõe os usuários a grandes riscos, principalmente porque apenas 40% dos entrevistados utilizam senhas para proteger o celular, o que coloca em risco seus dados bancários e outras informações pessoais armazenadas no aparelho", acrescenta o diretor.

Os dados armazenados em computadores e notebooks também podem ser alvo de cibercriminosos, pois apenas 40% dos Baby Boomers fazem backup de seus arquivos. Mariano Sumrell orienta que os internautas salvem cópias regulares de suas informações e protejam os equipamentos com os quais acessam a internet.

"Quando aumentam as possibilidades de conexão, também aumentam as chances de perda e roubo de dados, de vírus e malwares. Por isso, os cuidados para navegação segura e os antivírus devem estar presentes em todos os dispositivos: computadores, notebooks, smartphones e tablets", finaliza Mariano.

Fonte: IDGNOW!

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Dicas de segurança em rios, lagos e cachoeiras


Com o aumento da temperatura, quem não tem piscina em casa ou não é sócio de um clube, por exemplo, procura os ambientes naturais para se refrescar, e as principais opções são os rios e cachoeiras. Porém, muita gente desconhece os perigos que pode enfrentar ao se banhar nesses locais: nas cachoeiras, as trombas d´água podem causar acidentes fatais, em rios e lagoas, a profundidade pode ser a armadilha. Outro fator que deve ser levado em consideração é a ausência de salva vidas. Confira algumas dicas para evitar acidentes (muitas vezes fatais) ao se banhar em rios, lagos e cachoeiras.


1. Nunca se jogue na água sem conhecer o lugar. Nesse caso, além de não conhecer a profundidade, as águas de um rio ou lago podem ocultar troncos, pedras ou cacos de vidro.

2. Nunca nade sozinho. Um amigo pode salvar sua vida.

3. Espere pelo menos uma hora e meia, depois da refeição, antes de nadar. Uma congestão pode ser fatal dentro da água.

4. Não é prudente nadar próximo do horário que antecede à refeição seguinte. Um nadador com fome se cansa mais rapidamente.

5. Não entre em água profunda imediatamente depois de uma brincadeira ou jogo. Você pode estar muito cansado.

6. Antes de pular na água, molhe o corpo ligeiramente.

7. Se sentir frio, não insista em ficar na água. Câimbras são responsáveis por muitos afogamentos.

8. Nadar a noite é muito perigoso. Mesmo havendo gente por perto, ninguém poderá ver se houver problemas, e, mesmo que o vejam, o resgate pode ser difícil.

9. Não se deve nadar em lugares perigosos, como em corredeiras ou onde haja troncos e outros objetos flutuando.

10. Crianças pequenas nunca devem estar na água sem a presença de adultos.

11. Cuidado com as boias de câmaras de ar ou outros objetos infláveis. Além de poder ser carregados por uma correnteza ou vento (mesmo um vento fraco) para longe, transmitem uma falsa segurança que pode levar a excessos perigosos.

12. Jamais finja que está se afogando. 

13. Evite mergulhar em águas muito rasas. 

14. Se estiver liderando um grupo, mantenha sempre alguém na margem, vigiando para detectar qualquer irregularidade. Se possível, tenha salva-vidas.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

A influência da Arquitetura na Segurança



Atualmente, quando o arquiteto projeta um empreendimento tem, claro, de se preocupar com a parte técnica, estética, comercial, financeira, produtiva, logística, recursos humanos e marketing, mas também precisa ter em mente a segurança empresarial. 

A preocupação com segurança é inerente a cada negócio ou empreendimento, privado ou público. Seja um shopping center ou uma indústria, uma escola, clube, um condomínio comercial ou residencial. Todos os edifícios têm seus próprios problemas de segurança, assim como acontece em bancos, supermercados, hospitais e em outros tipos de organização especializada. 

Com isto, o trabalho do arquiteto se complicou. Além da estética, legislação e uso dos edifícios é necessário o enfoque na segurança empresarial em aspectos como: 

- Proteção a vida e integridade física das pessoas 
- Proteção à propriedade 
- Restauração das atividades normais em caso de sinistro 
- Segurança das informações da empresa, ou seja, bancos de dados e sistemas informatizados 
- Cuidado com os documentos, pensando na parte legal e no sigilo industrial 

É muito importante que a área de segurança participe do projeto desde o início até a elaboração das plantas em papel, pois a segurança deve ser pensada previamente e não apenas depois da coisa pronta. Alguns profissionais, em especial, devem ser consultados e participar da elaboração dos planos, entre estes os responsáveis pela distribuição física e ocupacional, bem como os encarregados das áreas críticas como recepção, RH, almoxarifado, informática e correio.

A ideia é determinar a metragem, equipamentos e instalações necessárias para abrigar a estrutura de segurança pensando em itens como, por exemplo, paredes, janelas e portas com blindagem balística e resistentes ao fogo, além de sanitário, bebedouro e copa para os vigilantes, sem falar de equipamentos de eletrônica e informática. 

Cuidados com a iluminação e sistemas eletrônicos 

A iluminação deve ser pensada com cuidado, analisando se os fachos de luz auxiliam ou prejudicam uma ronda no perímetro, se protegem a vigilância ou se a deixa em “posição de vitrine” por não conseguir visualizar a área externa. Mais alguns cuidados: 

- Analisar a iluminação contínua e de reforço (para ser usadas em determinados momentos) nos acessos de veículos, de pedestres e de materiais; 
- Iluminar as divisas e fachada 
- Cuidar da iluminação de emergência 
- Avaliar a necessidade de iluminação para o circuito fechado de televisão 
- Prever energia elétrica suficiente e tubulação para suportar os equipamentos eletrônicos nos alarmes, controle de acesso, circuito fechado de televisão (CFTV), detectores de intrusão, sistema de detecção e combate ao incêndio 

Pode ser preciso amparar estes sistemas eletrônicos por um no-break e um grupo gerador com partida automática, assim em caso de interrupção no fornecimento energia elétrica o sistema de segurança não para de funcionar. Ainda em relação à iluminação, o arquiteto precisa cuidar das forrações de pisos e paredes, analisando a absorção de luz destes materiais em relação a luminosidade para o projeto de CFTV. 

Dimensionamento físico 

É preciso saber quantos acessos diários ao edifício estão previstos, com suas respectivas localizações e horários de funcionamento. Com base nestes dados deve-se fazer o dimensionamento do efetivo humano e dos sistemas físicos e eletrônicos. 

Cuidado especial deve ser dado aos acessos de pedestres, veículos e de materiais, analisando as localizações e os horários. Com isto, pode-se saber o local e a forma de fechamento dos acessos, determinando quais barreiras utilizadas - muros, grades, alambrados e outros. 

As janelas que estarão em altura acessível precisam ter sua segurança reforçada, usando vidros e caixilharia resistentes e, se necessário, com alarmes e segurança eletrônica. 

Os locais de estacionamento de veículos devem ser planejados tanto para os visitantes quanto para os moradores e e as pessoas que trabalham no local, e deve-se decidir se o estacionamento será administrado localmente, terceirizado ou misto. É bom prever também como será o estacionamento do prestadores de serviço fixos e temporários, onde será a área para carga e descarga de carros e caminhões, para estacionamento do carro forte, caso esteja previsto a existência de posto bancário e / ou caixa automático. 

Com estas informações em mãos, será possível prever a segurança necessária para cada área, bem como o fluxo destas pessoas no empreendimento. 

Paisagismo 

Além da iluminação e do estudo das áreas construídas, o paisagismo também influencia na segurança. O responsável pelo paisagismo deve determinar o tipo de vegetação, sua altura e localização, pensando se faz sombra e se permite a alguém se esconder. O paisagismo não deve interferir com o circuito fechado de televisão, e a iluminação de segurança também deve ser analisada em relação ao paisagismo. 

Circulação 

Uma das partes mais importantes não só do projeto de arquitetura mas também do projeto dos sistemas de segurança. O arquiteto deve pensar cuidosamente como será o funcionamento dos elevadores e escadas de uso rotineiro e de emergência, analisando sua localização e respectivos controles. 

Os elevadores fazem parte importante não só da segurança patrimonial mas também da pessoal, principalmente quanto a sinistros. Os elevadores podem ser panorâmicos ou internos, e deve-se pensar quais andares serão atendidos pelas escadas e elevadores, assim quais serão as rotas de fuga no caso de incêndio.

Planificar a localização das catracas e pontos de leitoras e botões de destrave do sistema de acesso, dos pontos de concentração da parte de equipamentos numa central de segurança. 

Cuidados Extras 

O funcionamento interno da edificação deve ser previsto até em coisas rotineiras como quem será o responsável pela parte dos malotes e por onde eles circularão, isto é, como será o fluxo interno de correspondência e encomendas, como será o acesso dos portadores (próprios ou terceirizados). 

Outro cuidado em que o Arquiteto precisa se apoiar em outros profissionais é saber quem será o responsável pelo layout interno dos andares (áreas comuns e privativas), como será o sistema de fechar e trancar as áreas, como será determinada a altura das divisórias e o tipo das estações de trabalho e equipamentos de hardware. 

O mais interessante e eficiente é poder dimensionar toda a segurança humana e eletrônica, prever todo o orçamento necessário e poder dimensionar o investimento em fases, de acordo com o recurso disponível, ou seja traça-se um cronograma de implantação que coincida com o cronograma financeiro. 

Como se vê, a preocupação com a segurança tornou o trabalho do arquiteto bem mais complexo, e ele precisa cada vez mais aprender a trabalhar em equipe, recebendo auxílio não só de outros profissionais técnicos mas também da equipe que administrará e usará os espaços que projeta.

Fonte: Fórum da Construção